quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Destilado para Esponjas: Massive Attack

ClipMassive Attack - Live With Me

http://www.youtube.com/watch?v=2LgrGHWSy6k

"Boca de Lixo" Eduardo Coutinho




Título do FilmeBoca de Lixo(Boca de Lixo)Sinopse




O cenário, à primeira vista, pode chocar: um ponto de escoamento de lixo em São Gonçalo, município do Rio de Janeiro. Seringas usadas, comida em estado de decomposição, um estado de miséria absoluta. Pessoas selecionam objetos e comida que possam ser reaproveitados; o que foi rejeitado por uma pessoa serve como fator de sobrevivência para esta. O cenário desalentador não exprime o estado de espírito dos catadores. Há um conjunto de integridade e valores que superam todo aquele estado, e a câmera de Coutinho é a responsável por essa aproximação. Alguns negam que comem coisas do lixo (mesmo que a câmera os desminta), outros afirmam com orgulho; uns estão ali por falta de oportunidade, outros por opção: “(…) é melhor do que ter patrão (…)”. O filme se desvincula da pretensão de registrar um contexto adverso aos padrões de uma sociedade respeitadora dos direitos dos seus cidadãos e arranca dela contradições e ambigüidades, que por sua vez, são capazes de redimensioná-la e reinventá-la.




Infos Do Filme:Gênero: DocumentárioDiretor: Eduardo CoutinoDuração: 48 minutosAno de Lançamento: 1992País de Origem: BrasilIdioma do Áudio: Português - BR





Os inimigos de Jaspion foram agigantados pelo psicodélico alienígena Satãn Goss.

Como estavamos na etapa sideral do século XXI início da era digital, Dayleon foi assumido pelo comando-de-voz em que Jaspion gritava:

Desce! Merda!Desce! Merda!...Ordeno!...Desce!...

O comando-de-voz do Gigante guerreiro Dayleón estava em super aquecimento(Igual fazer um policial pensar) que nem a centrifugadora futurista nenhuma dava jeito até que o comando-de-voz de obediência de Dayleón respondeu:

Merda! Desce!...Hummm! Dinovo! Não é a mamãe!


Jaspion 45 - Sou Filho de Satan Goss


Infos:



Documentário sobre Mumia Abu-Jamal



The Trailer for upcoming documentary, 'In Prison My Whole Life' (www.myspace.com/inprisonmywholelife) following the journey of William Francome to find out about the case of Mumia Abu-Jamal and the shooting of Daniel Faulkner which occurred on the day William was born. Since then, the case and Abu-Jamal have become extremely controversial. Meanwhile, Jamal has resided on Pennsylvania's Death Row for the last 24 years. The film features interviews with Noam Chomsky, Angela Davis, Alice Walker, Mos Def, Snoop Dogg, Steve Earle and many others.

Maria Padilha Deusa Libertina

Leia escutando Boys Dont Cry : The Cure:
http://www.youtube.com/watch?v=iQhh4Xs8RcM


Pombagira Maria Padilha


É a Rainha do reino da lira, "Lira é uma cidade africana, que fica nas fronteiras orientais do Reino Baganda, de lá venho eu...” também conhecida como” Rainha do Candomblé” ou Rainha das Marias.
Rainha do candomblé não pelo culto africanista aos Orixás, senão por ser essa palavra o sinônimo de dança e música ritual.
Devemos dizer que a Pombagira representa o poder feminino feiticeiro, comparável com as Iyami Oxorongá dos iorubás. Ela pode ter muitos maridos, que se tornam seus "escravos" ou empregados.
Em terras bantas é originalmente chamada de “Aluvaia-Pombagira", está é uma palavra africana de um idioma do povo banto (Angola), erroneamente confundido por algumas pessoas desinformadas com palavras do português “pomba um pássaro” e "gira sentido de movimento circular”.
Mulher de Exu rei das 7 Liras ou Exu Lúcifer como é conhecido nas kimbandas.
É bonita, jovem, sedutora, elegante, feminina, mas também tem vidência, é certeira e sempre tem algum conselho para aqueles que estão sofrendo por um amor, mas também é usada a sua força para desmanchar feitiços, para pedir proteção e curar várias doenças.
Mas não se engane, pois ela gosta de ser respeitada e admirada e é ponta de agulha, quem brinca com ela geralmente vai morar na sepultura.
Sua característica principal é ser uma pombagira festeira adora festas com ritualísticas e alegria daí ser chamada de rainha do candomblé.
Prefere bebidas suaves, vinhos doces, licores, cidra, champagne, anis etc...
Gosta de cigarros e cigarrilhas de boa qualidade, assim como também lhe atrai o luxo, o brilho, destaque, flores e perfumes, usa sempre muitos colares, anéis, brincos, pulseiras etc...
Maria Padilha se divide em muitos outros caminhos, para melhor reverencia-la:


Maria Padilha Rainha dos 7 Cruzeiros da Kalunga
Maria Padilha Rainha das 7 Encruzilhadas
Maria Padilha Rainha dos Infernos
Maria Padilha Rainha das Almas
Maria Padilha das Portas do Cabaré
Maria Padilha Rainha das 7 Navalhas (ou facas)
Maria Padilha Rainha da Figueira
Entre tantas outras...


Então, já que tivemos a oportunidade de conhecermos um pouco mais dessa sedutora e misteriosa pombagira, vamos sempre lembra-la e admira-la não só por sua beleza mais sim também por seus feitos.
Larôie Pombagira.

Thug Angel: Life Of An Outlaw (Tupac Documentary)

Thug Angel: Life Of An Outlaw (Tupac Documentary)

And this is a great documentary which everyone should see!...Tupac Shakur 2Pac Oakland marincity Afeni shockg digitalunderground Thug Life Angel Outlaw Documentary Nigga Westside
http://www.youtube.com/watch?v=bpdTqTISlp0

Babuíno-uma axila exposta é o emblema da buceta.

Em alguma espécie de macacos e de macacos de mundo velho, as fêmeas do adulto têm as peles sexual ou o swellings, que são os remendos inchados grandes quase hairless da pele em torno da área genital que se tornam muito proeminentes quando estão no estrus. Estas áreas incham com líquidos e giram cor-de-rosa brilhante ou o vermelho devido às mudanças hormonal que ocorrem na preparação para o ovulation. A pele sexual produz também os odores que excitam machos da espécie. Tornam-se altamente attentive às fêmeas neste tempo. No exemplo de babuínos verde-oliva, os machos são atraídos mais às fêmeas com a protuberância sexual a maior da pele. Aquelas fêmeas tendem a ter bebês mais frequentemente e a passar subseqüentemente sobre os genes para este sinal impressive da prontidão sexual.

http://lingobot.translated.net/site/portuguese/anthro/palomar/edu/primate/prim_4.htmhttp://ezerberus.multiply.com/photos/album/183

ATAQUE DE MACACOS SUBVERSIVOS

Leia Escutando:
The Rolling Stones - Paint It, Black



ATAQUE DE MACACOS SUBVERSIVOS



O vice-prefeito da capital indiana, Nova Déli, morreu neste domingo, um dia depois de ser atacado por macacos dentro de sua casa.

Em 2004, um grupo de macacos invadiu o ministério da Defesa e rasgou documentos secretos.

Vice-prefeito de Nova Déli morre após ataque de macacos Bajwa caiu da sacada ao lutar com macacos que invadiram sua casa na manhã de sábado.
O vice-prefeito da capital indiana, Nova Déli, morreu neste domingo, um dia depois de ser atacado por macacos dentro de sua casa.

SS Bajwa estava lendo jornais na sacada na manhã de sábado, quando os animais invadiram o local. Ao tentar espantá-los, o vice-prefeito perdeu o equilíbrio e caiu do primeiro andar, sofrendo graves ferimentos na cabeça. Bajwa ainda foi levado para o hospital com vida, mas não resistiu, informou a agência de notícias Press Trust of India. A cidade vem lutando contra a população cada vez maior de macacos, que ficam à solta pelas ruas, invadindo prédios e amedrontando as pessoas.

Os animais, vistos como a manifestação do Hanuman, o deus hindu dos macacos, são reverenciados pelos fiéis, que os alimentam com bananas e amendoins. A casa do vice-prefeito fica perto de um templo dedicado ao Hanuman, onde centenas de macacos se concentram todos os dias à espera de comida. No mês passado, um macaco quase causou um caos num aeroporto de Nova Déli ao conseguir entrar na área de segurança através de um buraco no teto. Em 2004, um grupo de macacos invadiu o ministério da Defesa e rasgou documentos secretos. A Suprema Corte da Índia cobrou uma atitude das autoridades municipais, que empregaram caçadores de macacos para capturar os animais e soltá-los nas florestas. Mas o problema ainda persiste.

Ativistas culpam o desenvolvimento urbano descontrolado pela destruição do habitat natural dos animais. URL:: http://noticias.br.msn.com/artigo_BBC.aspx?cp-documentid=5610684

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Krassikas: ORAÇÃO DO PAU DÁGUA

ORAÇÃO DO PAU DÁGUA

Santa Cana que se extrai da roça.
purificado seja o teu caldo.
Aguardente sem mistura.
Venha a nos o vosso liquido.
A ser bebida a nossa vontade,
assim no boteco como em qualquer lugar.
Cinco litros por dia nos dai hoje,
perdoai o dia em que bebemos de menos
assim como perdoamos o mal que a "marvada"faz.
Nao nos deixeis cair atordoados
e livrai-nos da radio-patrulha.Amem.Hic!
http://ospiorescaras.vilabol.uol.com.br/vamosrezar.html

OH!Oásis!OH!



Sessão: Taedium Vitae...
Oásis!
Quem me dera!

Mas em vez disso uma amigo me oferece de presente quando eu estava sedento uma colher de sal, toma seu Oásis... "você nem mais um Oásis aceita!", uma pequena referência para seguir caminhando esse deserto tão todo, quanto mais um porto mesmo se inseguro, mas um porto ao menos, nem mesmo um bunker em tempo de guerra mesmo que esta guerra seja do coração não de mentes friamente calculados, nem mesmo um oásis, nem mesmo um orrrsssis!!!!arrrrssssiiisssisss!!!....

Quem me dera uma oásis!
Poderia servir de cocho para meus pequenos porcos antropofágicos de corpos em decomposição, a morte saindo de sua pose em minha direção disparo com a luger três vezes e acordo...deespertando do delírio na mesa de algum copo-sujo...

-Chama o chapolin Colorado e manda outra!!!Que lampião não morreu de bala mas foi de sede!
Ver a imagem no tamanho original.

Ogro Lunar

Que esforço como nalgumas noites com a mesma força que fecho as venezianas do olhos e o Lithium me foge...filho da puta este tal de lithium afinal....que culpa tem meus olhos nisso?
Ogro Lunar

Naquele dia sentí as força utilizada em meus tempos de chapa, batedor de lage e abrindo buracos para enterrar entulho, neste dia como em tantos outro foi um pouco diferente os tipos de músculos usados e a força não provinha do carburador do nosso corpo a barriga vinha de outro órgão...

"Antes de dar as costa e seguir minha nebulosa tatuei um sorriso no rosto como faz um ourives, também como se faz na transição da siderrurgia da dor para a loucura, apliquei alguns milhões de Newtons para estender um sorrir como uma forma de dizer adeus, diz-se que o montante desta força é a mesma a dar função mecânica ao garrote-español, então seguinte a este sorrir desatei com fios brilhates um olhar mas sabia que era o mesmo brilho ao do garimpeiro que encontra um pepita de ouro-de-tolo e assim ele abandona o garimpo com a fuga do ancoradouro na lama venenosa, que mata tantos índios no alto Roraima-Venezuela, o que os Ianomames chama no seu idioma de "Malária". Fugia como se sabese que a febre poderia ser um tipo de malária...a nebulosa noturna me tranquilizara sob a lua nova.

Ogro Lunar

Test: “Odio, luego... existo” parte premera

Alfredo Grande “Odio, luego... existo” -parte premera

“Pienso, luego existo. Pero si pienso cómo existo, entonces no pienso más.”Descarte posmoderno
Amar el odio. Paradoja que debe ser sostenida en tanto nos abra menos lo intente, análisis de nuestra implicación como odiantes. Si es cierto que hay que hablar de la soga en la casa del ahorcado, no es menos cierto que hay que hablar del odio en la casa del enamorado. Enamorado del amor, porque en estos tiempos son muy pocos los que sostienen el enamoramiento y menos aún los que sostienen el amor. El amor a las personas, el amor entre los sujetos, ha dejado el paso a inclinaciones, predilecciones, buenas ondas, químicas y físicas de la afinidad, resonancias corporales, multiplicaciones erógenas. Si al amor se lo sostiene como el fundamento de toda relación vincular entre los unos y los otros, cada vez más tiende a una forma franciscana del amor. Es más un decreto de necesidad y urgencia del sujeto que una forma concreta, social e histórica de relación entre los humanos. Si la realidad es compleja, pero en modo alguno complicada, podemos decir que la cultura actual sostiene simultáneamente la crueldad como forma única de la violencia, y el amor como forma única de la resistencia. Amar es un mandato, odiar es un tabú. La cultura actual de la crueldad odia el odiar y ama el amar. Contradicción lógica que condiciona en el sujeto la forma actual de una actividad siempre vuelta contra sí misma, que algunos denominan parálisis. Parálisis que termina siendo la más profunda atonía afectiva, una especie de autismo de los sentimientos, pero al mismo tiempo su más profunda negación. Hay que obligarse a amar, obligarse a desear, obligarse a obligar. El sujeto sabe que todo lo obligatorio es un dispositivo para su desdicha, pero sobrevive con la convicción encubridora de que sin obligaciones cada uno haría lo que le gustaría, lo que se le cantara, y tiene miedo de desafinar. Ya no aspira a lo sublime, pero sigue temiendo al ridículo. Es mejor lo que no gusta y es peor lo que gusta. Cuanto peor, mejor. Hay que pasar el invierno, el verano, el otoño, aunque cada vez queden menos primaveras. En tanto el odio está prohibido, degradado, desvalorizado, culpabilizado, la resistencia a la opresión pierde una fuente de energía extraordinaria. La confusión nada ingenua entre paz y tregua contribuye decididamente a este mecanismo. El odio queda restringido, y aun así con muchas limitaciones, a los vientos de la guerra. Pero es un odio que, como veremos, ha perdido su nivel fundante. Es un odio que se institucionaliza en un nivel convencional encubridor. Lo que realmente interesa a los efectos de pensar en políticas de liberación del sujeto (siempre social e histórico) es el destino del odio en los tiempos de la tregua. Aquello que las diferentes formas de la guerra (imperialistas o de emancipación) habían puesto en la superficie, las diferentes formas de tregua vuelven a sepultar. El sujeto ignora que no se trata de política sino de guerra, y por lo tanto no se puede hablar nunca de paz, apenas podemos hablar de tregua. A esta democracia que se pretende no adjetivada bien podríamos adjetivarla como sucia.... Como se comprende, me estoy curando en salud por temor a generar odio contra mí. Seguir el destino del creador de la guillotina, y ser atacado sin piedad por los delirantes del amor. ¿Vale la pena aclarar que amar al odio no es lo mismo que odiar al amor? Sostener al odio no impide que podamos sostener al amor. Pero sostener ambos con los ojos bien abiertos. Porque una cosa es tener que tragarse sapos y otra cosa es saborearlos. Las dietas de la democracia cuyo menú predilecto es gato por liebre y sapos parlamentarios no pueden despertar ningún amor sincero. Tampoco puedo asegurar que hablar del odio sea para bien de todos. Y que no sea para el mal de ninguno. Pero como dicen que no hay mal que por bien no venga, quizás el tránsito por los caminos del odio nos lleve a otras metas del amor.

Teste: As Parabellum Portuguesas

As Parabellum Portuguesas

Jaime Regalado

IntroduçãoPortugal toma um lugar digno de referência na história mundial da pistola Parabellum, não apenas por ter sido um dos primeiros países a efectuar testes e a adoptá-la como arma regulamentar, mas ainda por a ter mantido ao serviço durante mais tempo.No final do século XIX, com o advento das pólvoras sem fumo, foi possível conceber com sucesso armas ditas semi-automáticas, em que as forças associadas ao escape de gases da explosão são aproveitadas para ejectar o invólucro vazio, armar o mecanismo de percussão e introduzir uma nova munição na câmara de disparo. Destacam-se alguns sistemas, particularmente engenhosos, como o da pistola Bergmann, Roth, Mannlicher, Schwarzlose e Borchardt. Todas estas armas usavam contudo sistemas mecânicos bastante complexos, carentes de manutenção e cuidados na utilização que as afastavam ainda da utilização militar.Nos últimos anos do séc. XIX, o engenheiro austríaco Georg Luger (1849-1923) da fábrica de armas Deutsch Waffen und Munnitionfabrik - DWM, antigo oficial, atirador dotado e conhecedor das características que uma arma militar devia possuir, redesenhou de uma forma feliz a algo deselegante mas sofisticada pistola, concebida por Hugo Borchardt, transformando-a na mundialmente conhecida pistola Parabellum.Outras armas foram igualmente objecto de estudo e aperfeiçoamento por parte de Georg Luger, nenhuma contudo atingiu o sucesso da pistola Parabellum, que, em muitos países, é conhecida por pistola Luger.Os primeiros países a adoptar a pistola Parabellum como arma regulamentar foram a Suiça e a Bulgária, em 1900, antes mesmo da Marinha de Guerra Alemã, que a adoptou apenas em 1904. Foi precisamente após a sua adopção pela "Kriegsmarine" que uma série de outros países da Europa, América do Sul e mesmo os Estados Unidos da América se interessaram por esta arma e deram início a uma série de ensaios comparativas.
A Pistola Parabellum em PortugalEm Portugal, os primeiros ensaios com a pistola Parabellum, com o objectivo de equipar os oficiais o Exército com uma pistola automática, decorreram em 1906. A comissão de oficiais de artilharia nomeada para o efeito, presidida pelo Coronel Matias Nunes, foi unânime em reconhecer que esta arma era a que melhor satisfazia os requisitos propostos, tanto a nível balístico como de funcionamento em geral.Para estes ensaios foram adquiridas 30 pistolas Parabellum, modelo 1900, em calibre 7,65 mm parabellum e com cano de 120 mm . É notavel o cuidado posto pela DWM no fabrico destas armas pois, ainda que para testes, receberam a coroa e o monograma de D. Carlos I gravado na superfície exterior sobre a câmara .
www.viriatus.com/Parabellum.asp