domingo, 14 de julho de 2013

Ser Vulgar é condição de Alienação, já ser Puta é Opção!



Na "liberdade" tem disso: ser puta é uma condição que você opta mas é criminalizada e penalizada por isso que uma decisão consciente em todos os sentidos que permeiam este submundo (como dizem) consciente tanto em seus riscos, é consciente a margem, é consciente as regras, códigos de conduta e as guerras, o preço cotado, a clandestinidade, o desejado glamour que a damas de alcova que as mulheres ricas ou bonequinhas-de-luxo flageladas de autocomiseração por proibir se em explorar do corrosivo desejo de luxúria por isso invejam da nossa coragem e da nossa postura de exercer o que quisermos exercer nas fantasias incrustadas nos indivíduos, que no fim pagamos nós mesmas bem caro, mas é o que queremos e o que decidimos neste mundo em que a tempos a moralidade e os valores estão sendo a constante enganação de valores, manipulação dos anseios e a mutilação de coração, corpos e mentes.
Já ser vulgar é alienação que sempre está em voga nas crises de identidade coletiva, ausência de identidade própria, causada pela despersonalização coletiva que consegue o regime capitalista nas pessoas através da modalidade constantemente da regulação camufladora do status quo, tornando seres saqueados de propriedade e recursos de própria qualidade de indivíduo racional de sua própria condição humana, “seres deslocados em seu próprio tempo” como diria outrora, em que conceitos, diga-se de passagem, que o lixo depositados em nossas breves gerações de turbulências revolucionárias de poucos décadas atrás foram sabotadas o instinto criador e protagonizandor, estes vermes modistas do non sense do ócio do condicionamento do pensamento da elite dominante com suas fabricadas receitas nos laboratórios acadêmicos e antros culturetes vomitando chavões de pós-modernismos, estes. A meta da preguiça burguesa era defender teses  justificando a falta de compromisso com o meio social, jogando alguns poucos entusiasmados dessas gerações a margem da "própria razão e juízo" fazendo parte no plano da catarse capitalista ajudando transformar o discurso dominante na conivência e na acomodação da inércia de jovens legiões de seres em descartáveis objetos de consumo até na identidade e pensamento.
Assistindo "Capitalismo uma história de amor" é de surpreender que sem próprio conhecimento, tem pessoas/trabalhadores que morre e não sabem que estão sendo cotadas, taxadas pelo capital como um produto medido através de apólices de seguro elaborado e a benefício das empresas secretamente, isso me fez lembrar de que num futuro não muito distante mostrado no Remaker; Repo-Men, que tem até a participação de Alice Braga onde através de contratos para Estabilidade muitas pessoas tinham seus órgãos penhorados qual na própria quebra do tal contrato estes órgãos poderem ser "cobrados" ou estripados do “caloteiro”, mas na atualidade no caso da puta, continua sendo criminalizadas, revertendo milhões em impostos de forma não "legal ou lícita" para o governo (de seus filhos bastardos) através de cartéis de máfias que sonegam os impostos enquanto isso o órgão que nos é "cobrado" são danos cerebrais de consciência no qual como donos da verdade e racionalidade nos encontramos abduzidos na ausência de coerência nas razões que transformaram “nós putas da guerra” em seres vazios, dissimulados e vulgares nos preceitos de fomentar e protagonizar em nossa própria história o enriquecimento não tabelado da consciência e valores humanos. 

Sou Puta